4 de janeiro de 2017

Papel de Parede de Janeiro

Comments


Olá, olá! Mais um ano chegou, e com ele, além do planner, mais uma "remessa" de papéis de parede! Esse ano, além de continuar fazendo padrões (porque eles ficam maravilhosos nas telas), mas decidi que eles teriam algum tema em comum. Então pra 2017, os papéis de parede serão todos com animais da fauna brasileira que estão ameaçados de extinção, afinal a gente não conhece todos eles.

Pra Janeiro, temos a Tartaruga Oliva, que é uma das menores tartarugas marinhas que existem. Tem a carapaça verde-oliva, que dá origem ao nome, e com "gominhos" mais lisosVive muito em águas rasas e os principais pontos de desovas ficam entre os estados da Bahia e Alagoas. Gosta das águas quentinhas dos mares tropicais e está relativamente mais ameaçada no Brasil do que nos outros lugares onde ocorre.

Pra baixar as versões do papel de parede, é só clicar nos links abaixo da imagem!



Com Calendário - Sem Calendário - Mobile


Fontes das informações sobre a tartaruga-oliva:

Instituto Tamar
Instituto Chico Mendes


1 de janeiro de 2017

Planner Mensal 2017

Comments
Planner Mensal 2017 | Amavelmente Irônica

Mais um ano começou e com ele a vontade de fazer as coisas de um jeito diferente. Que tal uma ajudinha pra já começar esse novo ciclo organizando melhor a vida? Então fica aqui o primeiro Planner Mensal do Amavelmente Irônica! Com os doze meses, alguns feriados nacionais aqui do Brasil marcados e o ciclo da lua! Além de espaços pra anotar coisas importantes de cada mês.

Como exemplo, o mês de janeiro:
Planner Mensal 2017 | Amavelmente Irônica

Pra baixar, é só clicar aqui ou no botão abaixo!

Planner Mensal 2017 | Amavelmente Irônica

6 de dezembro de 2016

4 contos de E. E. Cummings

Comments
4 contos de E. E. Cummings | Amavelmente Irônica

Esse ano no meu aniversário, me presenteei com alguns dos livros que acho mais lindos, a maioria deles da (finada) Editora Cosac Naify. Esse livro foi um deles. Tinha visto imagens das ilustrações, e elas me pareciam bem bonitas. Não sabia nada sobre o escritor ou dos contos em questão, mas sempre tive curiosidade de conhecer escritores que fizeram sucesso no passado, e isso foi suficiente pra querer comprar.

O livro tem quatro contos (óbvio), com temas diferentes, e protagonistas diversos: desde objetos, animais até pessoas. Todos tem um toque poético e lúdico, cheio de metáforas. Mas esses contos não me fizeram sentir nada. Nadinha mesmo. Ok, talvez um pouquinho só de envolvimento. Mas nem o tom poético, nem o ponto de vista inusitado dos personagens dos contos me fez querer guardar pra sempre essas histórias como se fossem minhas.

O posfácio foi importante pra entender o contexto em que os contos foram criados, e talvez fosse mais importante ainda se tivesse vindo antes dos contos, porque criaria uma empatia que daria mais emoção à leitura, ou pelo menos é assim que eu me sentiria.

Como designer e admiradora das coisas bonitas, as ilustrações e o projeto gráfico nesse caso valem mais que a história. A paleta de cores é fantástica e uma combinação incomum, e o formato do livro também chama atenção, apesar de existirem livros (também infantis) assim.

4 contos de E. E. Cummings | Amavelmente Irônica

4 contos de E. E. Cummings | Amavelmente Irônica

4 contos de E. E. Cummings | Amavelmente Irônica

O que ficou como lição pra mim foi que, quando se compra livros ilustrados, o ideal é que se leia algo dele antes, não se deixe levar apenas pelo visual, pois em alguns casos, o ilustrador pode ser mais interessante que o autor.

5 de dezembro de 2016

Cinco semanas num balão

Comments
Cinco semanas num balão | Amavelmente Irônica

A primeira vez que li Julio Verne foi na escola, li Viagem ao Centro da Terra, e depois disso fiquei curiosa pra ler outras obras dele: tinha me apaixonado por essa ficção científica vintage. Achei essa edição num estande-sebo na última bienal que teve aqui, e além do título, que era menos famoso, essas linhas douradas totalmente preservadas me fizeram levá-lo sem nem pensar duas vezes

Na realidade, esse livro me parece mais aventura do que ficção científica. Não tenho certeza sobre o contexto histórico mas não percebi nenhum objeto ou situação a frente de seu tempo.

Cinco Semanas num Balão conta a história do Doutor Samuel Fergusson, um explorador inglês que, depois de uma pausa entre suas explorações pra publicação escrita das últimas descobertas, resolve se aventurar mais uma vez porém de um jeito que nunca tinha sido feito na época e numa rota que nunca tinha sido completada: cruzar a África de leste a oeste de balão. Depois de meses de pesquisa, preparativos e desconfiança dos companheiros de viagem, ele viaja ao ponto de partida da viagem, onde montará o balão e seguirá com seu amigo caçador e seu criado.

Durante boa parte no início do livro, enquanto conhecemos a genialidade do protagonista Fergusson que aparentemente está preparado pra tudo, existem momentos de introdução de física e química funcionando na prática, o que pode ser bem legal pra quem é curioso e/ou entusiasta nessas áreas, mas também pode ser tedioso ouvir tantas descrições técnicas.

Confesso que demorei pra me empolgar na leitura, em parte por essas descrições (e também de outras, como as partes que envolviam a burocracia da sociedade inglesa na época), mas também porque eu não sentia nenhum momento tenso o suficiente pra me prender. Deixei o livro de lado um pouco enquanto lia outras coisas, então depois voltei pra ele e me esforcei pra continuar, na esperança da aventura prometida no título. E depois que começa a viagem do livro, eu realmente consegui
terminar e foi quase direto.

As descrições e o conhecimento que tinha-se da África na época eram coisas interessantes de se ver, mas senti que muita coisa, principalmente as reputações dos povos africanos seriam consideradas ofensivas caso alguém as escrevesse hoje, num romance histórico.

Durante a viagem, se intercalam momentos de calmaria com outros em que acontece tanta coisa que cheguei a imaginar que o percurso acabaria ali e eles seriam resgatados ou morreriam, etc. Os imprevistos de todo tipo e o jeito como se resolvem, graças às habilidades combinadas dos três viajantes, torna esse livro uma aventura segura de se ler, agradável, sem muitas reviravoltas, entretanto sem ser previsível.

4 de dezembro de 2016

Papéis de parede de Dezembro

Comments
Papeis de parede de Dezembro | Amavelmente Irônica

Olá, olá! Aqui está o último papel de parede do ano! Com uma vibe mais de verão do que natalina, porque afinal, estamos no hemisfério sul!

Pra baixar, é só clicar nos links abaixo da imagem:

Papeis de parede de Dezembro | Amavelmente Irônica

Com calendário | Sem calendário | Mobile

SuperMutant Magic Academy - Quadrinho

Comments


Humanos mutantes, angústia adolescente e amores não correspondidos, tudo isso numa escola de magia. É nesse universo único em que se passa a história, ou melhor, as histórias de SuperMutant Magic Academy.

Essa Graphic Novel veio de quadrinhos originalmente publicados online por Jillian Tamaki de 2010 a 2014, além de alguns outros nunca publicados. Todas as histórias se passam na escola de magia e têm os mesmos personagens, alternados, mas não têm necessariamente uma ordem cronológica.



O mundo de SMMA (é um título bem grande pra ficar repetindo com muita frequência) me envolveu de um jeito que eu queria saber mais dos personagens, das vidas deles, e também desse universo que foi construído. Na verdade, sempre que eu leio fantasias que se passam num contexto diferente do atual eu me pergunto: será que é o nosso mundo no passado, ou no futuro? Ou será que é um mundo paralelo? Será que quem escreveu sequer pensou nisso?

SuperMutant Magic Academy nos faz ficar querendo mais, nos deixa com vontade de ser amiga dos personagens e de estudar lá também. Faz a gente se identificar com as preocupações dos adolescentes, porque mesmo que alguns tenham cabeça de lagarto ou olhos de laser, ainda são preocupações nas quais podemos nos reconhecer.



SuperMutant Magic Academy tem 274 páginas e foi publicado pela Drawn and Quarterly (norte-americana). Ainda não tem tradução pra português.

3 de dezembro de 2016

A Wrinkle In Time

Comments
A Wrinkle In Time (Uma Ruga no Tempo) | Amavelmente Irônica

Esse livro foi uma surpresa, comprei na Barnes & Noble quando tava em Orlando, e não sabia nada dele, mas como gostei do livro e da capa, acabei levando.

Pouco antes de começar a ler, descobri que esse livro era um clássico infanto-juvenil americano, que tinha sido lido e recomendado por gerações, que mistura fantasia e ficção científica.

Margaret (Meg), tem doze anos, é uma menina que não se encaixa e acha que não consegue fazer nada certo. Desde o desaparecimento do seu pai, as coisas pioraram, e ela, a mais velha de quatro irmãos, se sente na obrigação de ajudar a mãe a enfrentar a situação, mas não consegue. Seu irmão mais novo, Charles Wallace, é uma criança diferente (eu diria algo como superdotado), entende as aflições da irmã e tenta ajudar como pode. Ela não tem amigos, vai mal na escola, e começa a se perguntar se o que falam sobre seu pai ter largado a família para ficar com outra é verdade. Ao mesmo tempo, sabe que o pai a amava muito, e gostaria mesmo de saber o que aconteceu realmente.

Essa história começa com as angústias de uma menina que toma pra si os problemas da família, mas é muito mais que isso: uma trama densa e cativante (para livros dessa faixa etária), uma mistura de metafísica e fantasia, e que faz que a personagem se entenda ao longo da história e faça as pazes consigo mesma e aprenda que até nossos defeitos são importantes, e que em muitos momentos são eles que nos ajudam a solucionar problemas.

Esse livro é o primeiro de uma série de cinco livros chamada "Time Quintet" (já quero ler todos os outros!) e sem dúvida é algo que pode despertar em quem o lê a curiosidade de aprender sobre física quântica ou astronomia em geral.

A edição que eu tenho de A Wrinkle In Time foi publicada pela Square Fish (americana) e eu ainda não vi nenhuma tradução pra português.

;