10 de dezembro de 2013

Livro: A menina que roubava livros


Agora vou contar a história de como eu julguei um livro pela capa... (Ok, o post não é exatamente sobre isso) Sabe aqueles livros de autoajuda, que têm as capas muito iguais e os nomes parecidos? E além disso às vezes são mais depressivos do que deviam pra um livro que devia ajudar alguém? Então... (acho que minha impressão de livros de autoajuda não é muito boa - apesar de que não creio que sejam todos assim) Juro que eu achei que esse fosse um desses livros. E passei muito tempo ignorando-o (juro que nunca nem me interessei em procurar a sinopse) até que Clari, que já tinha lido e amado, me recomendou. Ainda bem que eu estava errada sobre esse livro. Tenho que parar de ficar julgando pela capa. Ou então as pessoas têm que fazer livros mais coerentes. Ok, vamos ao que interessa.


A história se passa no começo da década de 1940 (ou fim da década de 1930, não tenho certeza) em plena Segunda Guerra Mundial. Liesel tem 9 anos e está indo morar com pais adotivos, porque a mãe não pode mais cuidar dela. E é no caminho pra casa dos "novos" pais que ela rouba seu primeiro livro. Depois disso acontecem muitas coisas, desde algumas visitas à casa do prefeito até um Judeu no Porão. Mas não vou contar mais que isso.

Tem duas coisas que eu gosto muito nessa história toda: a amizade de Liesel com o pai adotivo, Hans, e o jeito como a história é contada. Afinal, não é todo dia que você lê um livro narrado pela Dona Morte, né? Tem um humor seco e meio mórbido (cê jura?) e tem algumas notinhas bem necessárias por todo o livro. Aviso: A morte dá muito spoiler ao longo do livro.

Eu já vi muita gente que leu comentando que o livro parecia chato no começo e acabou desistindo. Mas veja bem, o começo, apesar de meio monótono é necessário pra que você entenda os babados que acontecem no final. É uma pena abandonar um livro como esse sem nem dar a chance dele melhorar.

Enfim, é um livro muito emocionante, uma história comovente, afinal estamos falando de guerra, da maior de todas, e do impacto que ela causou nas vidas da pequena cidade de (esqueci o nome agora, desculpa). Quando eu estava lendo o livro, muita gente que leu disse que chorou horrores no final. Talvez isso tenha me feito não chorar (já que eu tava meio que avisada). Mas se você for que nem eu, com certeza vai passar dias com o fim da história na cabeça.



Recomendo super. Uma história que sem dúvida vai ficar marcada na sua vida.

Se quiser me seguir/adicionar no skoob, fique à vontade.

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Então, o que achou?
Sua opinião é sempre importante (:

;